Além
de funcionar como café, chopperia e restaurante,
apresenta também música ao vivo com repertório
variado.
A casa é ideal para quem gosta de sentar à
mesa para conversar, apreciar comida e bebida de qualidade,
ouvir boa música, ver e ser visto.
O
BARão oferece cardápio variado desde petiscos
a pratos elaborados, e tem capacidade para 280 pessoas,
ficando aberto até o último cliente. Suas
dependências incluem área interna e externa,
contando com uma equipe de funcionários especializados
e treinados.
Histórico
O
BARão é uma homenagem à época
áurea da produção cafeeira do país
e suas influências, não só sobre
a cidade de Santos, mas também com relação
ao Estado de São Paulo e ao país, mais
especificamente ao período compreendido entre
1889 e 1929, quando experimentou-se o auge da produção
e exportação de café.
A idéia, ao criar o bar, foi resgatar a memória
da época, somando elementos atuais à decoração
neoclássica do final do século XIX e início
do XX. As citações ao período podem
ser observadas em diversos aspectos da casa, como fotos
antigas, desenhos e objetos. O visual do BARão
procura mostrar a importância do plantio da rubiácea
para o desenvolvimento da economia.
Apesar da austeridade do tema, foi criada uma casa descontraída,
que trata com bom humor conceitos ligados à política
da República Velha presentes na decoração,
pratos, bebidas e cafés, que foram batizados
com expressões e personalidades históricas
do período.
Decoração
BARão
di Café, um lugar onde a decoração
é uma releitura da época do café,
através da utilização de materiais
modernos e da inserção de elementos contemporâneos
à época de hoje. Além das citações
à virada do século, foram amplamente utilizados
na decoração do bar uma mistura de materiais
como a madeira imbuia e aço inox.
O design do bar é inovador, onde não passam
desapercebidas as grandes luminárias sobre o
"american bar", a iluminação
indireta e a colocação das pinturas do
artista plástico Jadir Bataglia fixadas ao teto,
como afrescos. A decoração reserva, ainda,
algumas surpresas aos frequentadores, como o retrato
do "barão enlouquecido" e um boneco
vestido como um representante da elite cafeeira da época.
Pinturas
de teto
O
pintor santista Jadir Bataglia trabalhou, durante aproximadamente
3 meses, nas oito telas em óleo e acrílico
que decoram o Barão. Artista plástico
com preferência pela pintura contemporânea
construtivista e abstrata, as obras foram elaboradas
como uma colagem de imagens, sete delas representando
um céu fantástico e surreal onde um casal
se encontra em uma viagem celeste. A oitava pintura
retrata o ''barão enlouquecido'', uma das surpresas
aos frequentadores.
O Barão
A
figura do Barão é outra surpresa aos clientes
da casa. Confeccionado em poliuretano e resina, colocado
em uma das paredes do bar, o boneco retrata um autêntico
representante do baronato cafeeiro vestindo um traje
da época para uso na cidade, sentado à
mesa de um bar em uma pose descontraída.
O Barão foi criado pelos irmãos José
Carlos Figueira Júnior e Cristiano Nery Figueira,
ambos artistas plásticos que trabalham com cenografia
para teatro, televisão e agências de publicidade
há mais de 10 anos. Suas esculturas em poliuretano
e resina encontram-se em diversos pontos da cidade e
um de seus personagens mais conhecidos é o condutor
do bonde colocado na Praça das Bandeiras, no
Gonzaga.